Jogos Next Gen em Gráficos Old School

Dando uma olhada no site Pixelation, encontrei algo que agrada os olhos dos gamers old-School e dos gamers Next-Gen. Confira como seriam os jogos mais novos se fossem feitos em plataformas antigas!

Metal Gear Solid 4 para NES

Brutal Legend – Para PC (Point & Click!)

Soul Calibur – 16-Bit para Arcade

Red Dead Redemption – Para NES

Starcraft – Para DOS

Resident Evil 5 – Para Snes

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Jogos no Modo Super-Fácil-Apelão-Agora sim eu Zero!!

“O Pac-Man pareceu que estava um pouco mais fácil!!”

Hey! Jonathan Coulton! Toca Raul!

Posted On Agosto 5, 2010

Filed under música, Thing a Week

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Quem disse que a Internet não divulga?
Aqui vai um resumo de como um simples cara barbudo consegue viver como musico independente no universo gamer.

Jonathan Coulton começou sua carreira criando musicas em formado de um Podcast chamado “Thing a Week”. Suas musicas envolviam varias temáticas do mundo geek como ficção cientifica e afins. Em suas letras, ele sempre misturava uma letra cômica com uma melodia folk, tornando a musica boa de ouvir e engraçada de se escutar. Um dos seus grandes sucessos é ‘Code Monkey’, que conta a história da rotina de um programador que é cobrado por seu chefe e é apaixonado pela secretária. Suas musicas fizeram tanto sucesso que foram feitas vários vídeos com suas musicas.

Ao ver o sucesso do seu trabalho, Coulton começou a fazer “mini-turnês” pelos estados unidos tendo em vista que se tornou uma celebridade da internet. O musico chega ao auge da humildade disponibilizando varias musicas em seu site e vendendo algumas por apenas U$ 1,00. Porém não se importa de suas musicas serem baixadas por outros meios ou usadas publicamente.
Em 2007, Jonathan foi chamado pela Valve para compor um musica para a serie Half-Life. Desde então, foi criada ‘Still Alive’, uma das musicas de maior sucesso no mundo dos games. Futuramente ele também criou a musica ‘RE Your Brains’ para o Jogo Left 4 Dead 2, também da Valve, passando o direito das duas musicas pra a empresa.

Still Alive fez tanto sucesso que foi até liberada uma versão para o Jogo Rock Band como DLC.
Jonathan Coulton é o cara. Soube como divulgar o seu trabalho e ser reconhecido por muitos.

Finish Him…or Her!

Posted On Agosto 3, 2010

Filed under fatality, jogo, luta, mortal kombat, top 10

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Toda vez que o assunto é o jogo Mortal Kombat – seja pra falar da violência, da história, da jogabilidade, dos cenários – o assunto quase sempre termina nos famosíssimos Fatalities (e não tem como ser de outro jeito).

E vendo o video que o ScrewAttack fez dos top 10 melhores Fatalities (confira baixo)…

Pergunto. Pra vocês, qual o melhor Fatality de todos os tempos? Concorda com a lista do ScrewAttack? E qual o personagem mais kick-ass da série MK? Pode enviar sua lista se quiser também.

“Aonde esses cosplays vão chegar….”

Road Rash (SEGA Genesis / Mega Drive)

Posted On Julho 31, 2010

Filed under corrida, ea, Mega Drive, moto, Road Rash, Sega

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“abertura do game”


Jogos de corrida sempre foram meus preferidos. Desde quando jogava ATARI (Grand Prix, Enduro, Pole Position, entre outros), NES (Excite Bike, Days of Thunder, o incrível Rad Racer, etc), Mega Drive (Super Hang On, Super Monaco GP) e Snes (viciante F-Zero, vergonhoso Suzuka 8 hours), sempre procurei por um jogo diferente de corrida, que fugisse um pouco do mesmo roteiro de ser o mais rápido e chegar à frente. Então, chego um dia na locadora do Roni (bons tempos) e pergunto sobre as novidades que ele tinha comprado para Mega Drive. Ele me vem com alguns cartuchos, e entre eles, estava la um de corrida de motos. Era Road Rash da Electronic Arts.
“Descendo a mão na largada”

Ao ver a tela de apresentação, já senti que o game era diferente. A tela inicial mostra um motoqueiro empurrando o outro, mostrando o tema do jogo, que é fazer rachas em cinco partes do EUA para ganhar dinheiro e para isso você pode descer a porrada com socos, chutes e até com um porrete que é adquirido depois de uma “briga” com algum oponente durante a corrida. Os gráficos são redenrizados o que na época era uma inovação deixando o jogo mais real, com carros, pedestres, casas, arvores, animais como obstáculos e não deixando o jogo apenas limitado a fazer curvas. Road Rash tem uma física tão intensa que você sente a moto subindo e descendo as ladeiras, o que não se via em nenhum outro jogo.


“É um pássaro? É um avião? Não, é um motoqueiro voando depois de um acidente…”

A jogabilidade é muito boa. Você tem o total controle da moto inicialmente, mas quando você vai conquistando vitorias e ganhando dinheiro para comprar uma moto mais possante, esse controle vai dificultando um pouco ate pelo fato da moto ficar mais veloz e do aumento natural do grau de dificuldade. A partir do momento que o jogo vai subindo de nível, sua dificuldade, obvio, vai aumentando deixando os oponentes mais espertos nas brigas e a presença da policia muito mais evidente. No nível cinco da ate raiva de tanto policial aparecendo em suas Harleys Davidson.


“Natasha, a eterna oponente (ou amiga?) da série”
A trilha sonora é um show a parte. Nas cinco pistas o rock n roll rola solto deixando o jogo ainda mais eletrizante fazendo com que Road Rash tenha uma das melhores trilhas sonora já feita para o Mega Drive. Mas nem tudo são flores. Uma falha do jogo é não poder correr escutando a musica e o som da moto ao mesmo tempo. Mas isso passa despercebido.

“Descendo a porrada no policial (… mas aqui ele é imbatível…)”

Com um bom grau de dificuldade, uma ótima trilha sonora e diversão garantida, Road Rash abriu bem uma trilogia vencedora no Mega Drive, o que depois seria coroado com a versão Road Rash 3DO, que, futuramente, falarei mais sobre eles…

“Atropele a vaca…muuuuuuuuuuuuuuu”

Diário de um jogador – RPG Eletronico na minha vida – parte 1

Estava eu pensando no que escrever no Snake In The Box e vi que deveria continuar um post que eu fiz lá no Conversa Mole e que eu iria continuar uma parte aqui, então cá estou. E o que vamos escrever aqui? Bom, será sobre a minha vida com os RPG’s Eletrônicos, lá no CM, continuarei a falar sobre os board games e os RPG’s Interpretativos, nos quais tive sorte de não participar destes últimos da maneira live.

E o que diabos são RPGs, vocês me perguntam. De maneira bem simples e nada modesta, é a forma no qual você perde tempo na frente do computador assistindo intermináveis horas de CG’s, animações e afins e passa 30 minutos correndo em corredores sem fim. Quer dizer, para muitos, uma enrolação só. Mas o que realmente vem a ser um RPG Eletronico? Seria um jogo no qual você seria um personagem, ou uma penca destes, nos quais teriam ações pre-determinadas a fazer, como, por exemplo, matar um vilão numa vila X, comer uma meninazinha no barco do pai, roubar um banco com um bando no Banco Central do Brasil, ser um idiota e perder quase todo o dinheiro que conseguiu, e assim vai sucessivamente. Com isto soma-se, ainda, ganhar eXperience Points (XP) para subir de level e garantir que o seu personagem consiga seguir adiante no jogo.

Basicamente é isto que compõe um RPG e desta forma centenas de jogos se prendem justamente nesta fórmula básica e já bem clichê, mudando apenas uma pequena parte do nome. Há jogos, por exemplo, que seguem tão fielmente ao pé da letra a conceitualização de RPG que acabam virando escracho de si próprios, um deles, cito aqui, é o Breath of Fire, no qual a Capcom em todos os seus jogos usam os mesmos personagens, com quase as mesmas motivações e indo sempre na mesma direção, acabar com o mal. Ou Zelda, na verdade a Legenda de Zelda, digo, a Lenda de Zelda, no qual você sempre tem o Link, o pobre rapaz de orelhas pontudas que, tal qual Mario, nunca consegue ficar com a princesa no final.

Mas não vamos nos ater a isto, os reclames ficam por conta dos jogadores que não gostam de RPG, no qual conheço alguns e não vem ao caso dar nome aos bois, pois aqui quero falar um pouco da minha experiência com os jogos eletrônicos de RPG.

Então, o que eu posso dizer sobre isto? Só uma coisa. Que foi por causa dos RPG’s que eu vim a aprender inglês. Assim como aconteceu com muitos outros nerdz viciados por aí, foi por causa do RPG que eu tive a necessidade de aprender o inglês, não para entender os menus, os poderes e o que eles fazem, mas sim para compreender as falas dos personagens naqueles quadradinhos azuis (Final Fantasy, Phantasy Star), cinzas (Chrono Trigger, Final Fantasy Tactics) e de muitas cores (vários outros rpgs com menus customizaveis) e, desta forma, pude entender as nuances dos enredos de jogos, com as suas sutilezas e qualidades impares. E ainda me pergunto porque existem psicologos e “doutores” na área de Ciência Social que dizem que os jogos eletrônicos deturpam as mentes das crianças. Pergunto isto porque foi com estes jogos, e muitos outros, que acabei aprendendo muito mais coisas ali do que no colégio – estava num nível mais elevado de inglês, seja escrita ou lida e em português nas três áreas do que grande parte dos meus coleguinhas).

Foi por causa do RPG que tive a obcessão de escrever histórias, boas ou ruins, mas feitas por mim. Fanfics, adaptações ou coisas inéditas. Claro que Jornada nas Estrelas foi a principal culpada, mas isto é caldo para outra sopa. Mas, voltando ao assunto, RPG. Comecei a jogar eles nos tempos idos do Super Nintendo, o meu primeiro RPG, na verdade não foi do Super Nintendo, mas sim do Master System e, creio que todos aqui já adivinharam qual o é. Sim, Phantasy Star, o primeiro e único RPG traduzido com afinco pela TecToy (que deus a tenha) e, assim foram muitos outros.

Quantas horas eu não perdi, quantos jogos não finalizei. Os quais me surpreenderam, como Final Fantasy VI e sua reviravolta no seu final, ou quando Magus entrou no Grupo em Chrono Trigger, e como viajei pelas estrelas em Star Ocean e Phantasy Star, e virei o Heroí do Tempo em Ocarina of Time e tive de lutar contra a Igreja de Glabados em Final Fantasy Tactics, acabar com a Horda em WarCraft II e montar uma equipe com robos gigantes em Front Mission?

Foram horas, minutos, segundos e eu posso dizer que não me arrependo de ter feito estas perdas todas e como faria tudo de novo, novamente e mais uma vez. RPG é uma de se viajar, se você não tem uma imaginação muito forte, bem este jogo é o ideal.

Um dia eu volto a falar sobre jogos aqui, no meu diário que não é um diário.

E Zelda é RPG.

Série "Já Foi Feito!" – Half Life 2

Antes de mais nada: nunca joguei Half Life ou Half Life 2 antes, mas esses dias, enquanto procurava músicas para um programa sobre Games FPS, dei de cara com não um, mas DOIS “Já foi Feito” em Half Life 2. Zóia só:

Starship Troopers (Tropas Estelares). Esse tirei do game, que na verdade é exatamente igual ao filme:


E… Half Life 2…

E enquanto isso, no filme Guerra dos Mundos…

E no Half Life 2:

Já foi feito Carajo!

Série: "WTF is this game?": Golden Axe III

Posted On Julho 26, 2010

Filed under Golden Axe, WTF is this game?

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“Quando eu vi a tela de abertura, já senti que a coisa ia ser braba…”


Em 1989, Golden Axe chega em versão caseira para o Mega Drive sendo um clássico absoluto para o mesmo. Sua continuação, Golde Axe II de 1991, segue o mesmo caminho do seu antecessor com melhorias gráficas, sonoras e um ótimo gameplay. Então, se o primeiro era bom, o segundo foi melhor, o terceiro seria um clássico absoluto. Foi isso que eu pensei quando comprei o cartucho japonês na época… I WAS WRONG!!!



“O jogo já começa errado… Cadê Gillius Thunderhead??? Ah, ele aposentou e agora comanda…”


Golden Axe III já chama a atenção logo pelo seus gráficos “caprichados”. Se no Golden Axe II as fases são bem detalhadas, com ótimos backgrounds, em Golden Axe III a coisa parece que foi “feita nas coxa”. O fundo da primeira fase, por exemplo, é uma cor azul com umas “redomas” em marrom para parecerem com montanhas e os personagens tem tão pouco sprites que os movimentos parecem com aqueles desenhos do Thor na década de 60/70.



“Isso é para ser um chute no inimigo??? huahuahuahua”


O som também veio na mesma carruagem. Quando os inimigos são atingidos parece que uma folha de papel é rasgada e o som da queda dos inimigos ou do personagem é tão tosco que nem o FX do Double Dragon, que é um dos piores do Mega Drive, perdem. A trilha sonora até que é interessante, se fosse pra um jogo de NAVE, tamanha a sintonia da música com o game.



“Poder do Kain vulgo “Conan”… Invocar um furacão ou redemoinho…”


A jogabilidade é tão ruim que da vontade de quebrar o joystick mesmo sendo aquela forma simples de beat’em up: um soca, um pula, um solta magia. Foram adicionados alguns golpes extras que, sinceramente, não sei como eles são dados mesmo lendo o tutorial do jogo com os golpes.



“DICA: Para dar um “facão” com Chronos, a pantera (Isso mesmo, uma pantera!) aperte golpe e enlouqueça o direcional colocando trás e cima…”


Depois de tanto mico, só me restou ir em uma locadora e trocar por World Trophy Soccer que me deu muito mais alegria que essa coisa tosca.


“Sintam o detalhe do céu…”


Na moral, o que a SEGA tinha em mente lançado uma desgraça dessa? Um verdadeiro lixo tóxico…

Só me resta dizer…WTF IS THIS GAME???

Série "Já Foi Feito!" – Felipe Massa x Fernando Alonso

Posted On Julho 25, 2010

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Hoje, no GP da Alemanha, Felipe Massa foi indiretamente “orientado” a ceder passagem para seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, para que este faturasse o pódio:


E…


Já foi feito Carajo!
Hoje não! Hoje não! Hoje não… hoje sim… de novo! XD

E se fizessem um filme? -Commandos

Posted On Julho 25, 2010

Filed under Commandos, elenco, filme, green beret

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Tá.. Já falamos de Commandos em outro post, já falamos de Commandos no Podcast, mas Commandos é foda!

Aproveitando essa onda de “fazer filme do jogos”, resolvemos pensar: “E se aquele jogo que quase ninguém jogou virasse um filme?”

Escolhemos nosso primeiro alvo: O Jogo COMMANDOS.

Commandos era um jogo que se passava na época da segunda guerra. Uma equipe de soldados, cada um com uma especialidade é designada para missões especiais. Esses soldados são chamados de Commandos.
Em cada missão, certas tarefas só podem ser cumpridas com um soldado em especial. Bombas só podem ser usadas pelo perito em explosivos, barcos só podem ser guiados pelo mergulhador, Sniper, espião e por ai vai.

Ok. Você pode pensar: “Já ví isso antes…”
Mas como nesse caso é um jogo que dificilmente será um filme, vamos fingir que seria!

Elenco:

Tiny, Green Beret
Boina verde, o lider do grupo. Tiny é um brutamonte que resolve seus problemas na facada. Levando em consideração o porte do personagem, quem melhor do que o próprio “Coisa” para fazer o seu papel. Para o papel de Green Beret: Michael Chiklis.

“É hora do pau!… Senhor!”

Fins, Diver

Fins, o mergulhador. Para muitos, o melhor personagem do jogo. Capaz de dizimar um pelotão apenas com o arpão. Quem melhor para interpretar esse francês do que o próprio Jigsaw? (Provavelment o Jean Reno, seu Bode Burro)) Fins era aquele personagem silencioso que surgia do nada e atacava o seu alvo sem piedade.

“I want to play a game… Sir.”

Duke, Sniper
Duke é o atirado britânico com sotaque duvidoso. No primeiro jogo ele era um ser excêntrico com orelhas de marciano. Então para levantar a moral dos Snipers de todo o mundo, por quê não colocar em seu lugar um ator com fama de Badass? Jason Statham ficaria em seu lugar para causar tanto estrago quanto o original causaria.

Ta.. dai eu fiquei preguiçoso… Então…

Spooky, Spy
Spooky, o espião, seria interpretado por ninguém mais do que “Aquele cara que derrete no filme do Indianna Jones” (Nem sei se ainda está vivo!). Tudo que ele precisaria fazer seria puxar assunto com os guardas por algumas horas e não correr por ai com uma seringa contendo veneno!

“Mr. Jones…”

Inferno, Sapper
Vamos encarar. Ambos tem o bigode clássico, são atarracados, um mexe com bombas e outro é bombeiro (No RJ, Bombeiro e Encanador é a mesma coisa). Pode se dizer que Inferno é o terceiro componente dos Mario Bros. Também conhecido como “Aquele que foi pra guerra ao invés de se drogar com cogumelos”

“Its-a me! Sapper!”

Tread, Driver
Afinal, qual era a função do Driver? Todos os outros personagens podiam usar a mesmas armas que ele. O Sapper podia usar o Molotov assim como ele. Em um jogo de “Infiltração Silenciosa”, éram raros os momentos nos quais você realmente precisava controlar um tanque de guerra. Como em muitos momentos, Tread só servia como piloto de fuga no final da fase (Tanto que em Commandos 3 ele nem aparece…), seria melhor colocar um cone de transito em seu lugar que ninguém ia sentir falta!

“Em compensação, é o único Commando com carteira de motorista!”

Lupin, Thief
Lupin é o ladrão cheio de malandragem. E quem tem mais malandragem que o próprio Sérgio Malandro? Nenhum alemão espera o Serginho correndo pela base, fazendo “Rááááááá” e ainda equipado com um sistema famoso de alarme de carro. Em caso de alarme é só falar “Pegadinha do Malandro!”

Natasha
Natasha era… Bem… A isca? A única utilidade de Natasha é distrair os guardas quando não se tem um espião por perto. Então para relembrar seu corte de cabelo clássico, por quê não colocar Katey Sagal (Dubladora de Leela em Futurama, Mãe do Malcolm em “Malcolm in the Middle” e Peggy Bundy em “Married with Children) fazendo o seu antigo papel de Peggy Bundy no campo de batalha? Já que o papel não é lá essas coisas, pelo menos aproveita o visual!

Whisky
Whisky é o grande cachorro capaz de transportar um fuzil, 20 granadas, uma roupa de oficial e uma e 3 bombas em uma velocidade descomunal. Como não temos muitos cachorros no show business (RIP Lassie), vamos aproveitar nosso novo “ator” Bolt para cobrir o seu papel. Pelo menos ele era dublado pelo John Travolta.

Agora somando todos estes astros.. Vai dizer que você não assistiria esse filme?

SUCESSO DE BILHETERIA!
“Ou não…”
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