Nada como um "bom e velho" remake!!!

Posted On Abril 23, 2010

Filed under Baú de Games, Mix

Comments Dropped leave a response

Uma parte muito lucrativa do mercado de games atualmente é o remake. Nada como dar aquele toque “hd” em jogos que fizeram sucesso da garotada das antigas. Remake de jogos como Street Fighter e TMNT: Turtles in Time, receberam elogios dos fãs, mostrando que manter a jogabilidade original, com um toque mais moderno… vai agradar sempre!!


Pensando dessa forma, vários jogos que fizeram sucesso poderiam ganhar sua versão mais moderna, e como estou numa fase de “jogos de lutas”, lembrei de 3 jogos que poderiam ser “relançados”:

Samurai Shodown


Fala sério, você conhece alguém que não goste desse jogaço?? Apesar de ter versões recentes lançadas para Wii e Xbox, ainda falta aquele Samurai Shodown clássico. Quem não imagina a cabelera de Haohmaru em high-definition??

Rival Schools

Jogão de luta animado e diveritdo. Batsu e sua turma de escola caem na porrada com amigos, rivais e até mesmo professores. Sem dúvida uma série que poderia ser mais explorada no lado ocidental, e merece um remake digno.

Real Bout Fatal Fury

O primórdio do famoso KOF não pode ficar fora da lista dos jogos de lutas. Só de imaginar uma versão nova, com a jogabilidade dos antigos…. é de arrepiar! Aí se pensa… “Como é fácil ganhar dinheiro atualmente com jogos…. só relançar Fatal Fury!”

Bom, esse são 3 dos muitos que poderiam ser relançados. E na sua opinião, quais jogos que merecem ter uma versão atualizada lançada?? Comenta aí!!

Anúncios

Left 4 Dead 8-bit?

Posted On Abril 8, 2010

Filed under Baú de Games

Comments Dropped leave a response

Nada como relembrar os velhos tempos de 8-Bits!

Seguindo a onda dos jogos Indie, foi lançado uma versão estilo NES de Left 4 Dead, uma das series de sucesso da atualidade. O jogo traz os personagens do primeiro hit da franquia assim como seus personagens e vilões.

O jogo pode se baixado aqui!

Ainda não testei essa pérola, mas assim que testar comento sobre!

Duke Nukem Preview? Ou apenas leaks?

Posted On Abril 6, 2010

Filed under Baú de Games

Comments Dropped leave a response

Algum fã desiludido com a enrolação que foi Duke Nukem Forever, encontrou um vídeo do que aparenta ser um Preview do que seria o gameplay deste jogo que nos gera tantas piadas. Um fato engraçado é que esse vídeo foi colocado no ar em dezembro do ano passado, então não se pode afirmar que foi mais uma piadinha de primeiro de abril.
Como Duke maníacos, vamos analisar o que seria o jogo de um dos personagens mais Bad Ass (Bunda malvada) do mundo dos games:

-O vídeo mostra o jogo ainda em fase de desenvolvimento. Então os sons ainda não estão ajustados. Faltam aqueles barulhos de explosão, efeitos, etc.
-Algumas novidades em relação aos antigos jogos da serie são: Um calão mais baixo nos comentários de Duke, Puzzles e o controle de veículos.
-Podemos perceber que algumas armas clássicas dos antigos DN3D foram aproveitadas.
-Os “Boss Fights” pareciam ser bem interessantes
-Tem algo muito estranho com a voz de Duke. Parece que ele ta com um bolovo na boca.

Teaser, Leak, Preview ou Fake, o jogo aparentava ser muito bom. Cabe agora esperarmos para ver se o projeto terá andamento ou continuará abandonado como motivo de piadas.

“Kojima, quer fazer um contador para o Duke Nukem Forever?”
“Kojima responde: Não sei fazer um contador tão grande assim!”

Soube disso pelo Campo Minado

Mega-Hit: PaRappa e Chop Chop Master Onion! Sucesso!

Posted On Fevereiro 27, 2010

Filed under Baú de Games

Comments Dropped leave a response

Essa serve também como idéia de música pro pessoal do Radio Gamer Station. Lembro que quando comprei meu Playstation 1, veio acompanhando o console, um cd com vários jogos demos. Entre esses jogos havia o “PaRappa the Rapper”, um primórdio do Guitar Hero (“hehehe”), onde o objetivo era realizar os movimentos, de acordo com os ensinamentos do mestre Chop Chop Master Onion, no ritmo da música. Como nunca joguei a versão completa do jogo, somente o demo que acompanhava o PS1, essa música ficou marcada na cabeça. Confira o hit que embalou milhões de criança em um de seus maiores momentos de alegria. Afinal…. Finalmente você tinha seu PS1!!


Algumas considerações:

1- Quando criança…. NUNCA CONSEGUIA UMA NOTA “COOL”.
2- A música é viciante!
3- O PaRappa até que é um personagem legal, mas o Mestre Chop Chop Master Onion, é o cara!
4- Jump, Kick, Chop… isso sim é uma corvardia com o jogador! (“hehehe”)
5- Remake de PaRappa para PS3 já! Ou talvez só o download da música já basta!

Snake in The Box Apresenta: "A Famosa Máquina do Soco!!!"

Posted On Fevereiro 22, 2010

Filed under Baú de Games

Comments Dropped leave a response

Voltando um pouco no tempo, relembrando quando íamos aos fliperamas, um jogo me veio a memória. Na verdade, não é o jogo, e sim a forma de jogar… eu falo de Sonic Blast Man.

“Um óculos de aviador, um lenço amarelo no pescoço, grandes luvas de boxe na cor azul, um “relógio” no peito…..que belo herói!!”

O personagem Sonic Blast Man já possuia seus joguinhos para plataforma da Nintendo, como no Snes (“Diga-se de passagem, péssimos jogos, daqueles que você se arrependia de ter alugado!”). Daí veio a febre, ” A Máquina do Soco”. Lembro que enquanto jogávamos Tekken, Marvel Vs Capcom, e outros, havia aquela fila imensa pra jogar Sonic Blast Man (“Como se interessasse o nome do jogo! Hehehe”). Apesar de jogado umas 2 vezes (“Sim, assumimos isso!”), não entendo como um jogo pode ser tão “filho-da-mãe”.

“1 ficha, 3 socos e…… e SÓ!! Jogar outra fase? Tente no fliperama ao lado!”

Não importa se você é forte ou fraco, se tem técnica ou não, ou se socou bem…. VOCÊ NÃO PASSA DE FASE! Por que criar um jogo onde você, mesmo indo muito bem, não pode jogar outro level? Havia 5 “coisas a se socar” (um “molestador -assassino (“hehehe”), um caminhão, um edifício, um caranguejo gigante e um asteróide), sendo que a dificuldade aumentava dependendo do que se socava, sendo assim, por que não ir avançando à medida que conseguia destruir um dessses?

“Nossa 5 levels, vou passar de todos! Ih… só da pra jogar um por ficha! Mas eu passei!?”

Sem falar que pra socar tinha que colocar aquela luva de boxe, que ficava nojenta (“Afinal fliperama é um ambiente muito quente!”) e em alguns locais perto de praia era possível observar uma boa quantidade de areia dentro da luva. Você ainda podia tirar a foto da sua cara ou de um amigo pra colocar no que desejar socar, porém era quase impossível focar corretamente, ou devido a qualidade da captura de imagem, conseguir uma imagem digna.

“Câmera de 0.345 MP, e que bela luva! O pior era quando alguém socava após comer Cheetos, ficava todo aquele farelo e com um cheiro simplesmente maravilhoso!”

Resumindo: Os jogos do personagem Sonic Blast Man já eram um fiasco, e em um fliperama onde era preciso enfrentar fila, calçar uma luva fedorenta, dar 3 socos, e mesmo indo bem, não avançar de fase….. acho que não é preciso dizer mais nada!!

OBS: “E olha que nem mencionamos os índices divulgados pelo Ministério da Saúde, que informam a quantidade de casos de, lesões na região do pulso dos jogadores, fraturas em algum dos ossos da mão, ou micoses adquiridas após o uso da luva.”

Somente dinheiro faz um bom jogo?

Posted On Janeiro 21, 2010

Filed under Baú de Games

Comments Dropped leave a response

Todo mundo sabe que hoje em dia, grandes produtoras investem cada vez mais para desenvolver seus respectivos jogos. Cifras quase sempre ultrapassam a casa dos milhões de dólares (ou euros ou ienes, dependendo de qual lado do mundo estão), porém, isso nem sempre é resultado de um bom game no final do processo (“Como os jogos de filmes, ex: King Kong”).

Pensando nisso, produtoras e estúdios de pequeno e médio porte, novas ou não no mercado, sempre seguiram uma linha, digamos assim, mais modesta em relação a investimento e focaram-se em jogos mais “simples” que prima pelo enredo, criatividade e inovação, não para competir diretamente com as majors da área e sim para colocar no mercado produtos que seguem uma linha diferente do que se é produzido. Essa tática, além de obviamente dar destaques para esses estúdios, faz com que os mesmos consigam arrecadar uma relativa quantia de dinheiro e notabilidade.

Mas que jogos são esses que vem recebendo atenção e elogios tanto da mídia especializada e dos fãns de jogos?
Poderiamos ficar até amanhã citando jogos simples mas que prendem o jogador por horas e horas, mas vamos falar aqui dos 3 principais, que ultimamente tem ganhado destaque no mundo dos games.

Machinarium

O primeiro que podemos citar é o jogo desenvolvido pela Amanita Design, Machinarium. No estilo puzzle game e “point and click”, o jogador deverá resolver uma série de quebra-cabeças para ajudar o robozinho a concluir sua missão. Com animações divertidas e desenhos impressionantes, Machinarium, recebeu ótimas critícas mídia especializada, tendo ganhado o prêmio de arte visual no 12º Festival de Games Independentes. O jogo foi desenvolvido em um período de 3 anos, bancado pelos próprios produtores e o seu marketing para divulgação custou “apenas” U$ 1000.

Opinião do Snake in The Box: “Simplesmente maravilhoso! Tudo no jogo é fantástico, os cenários, o enredo, a trilha sonora. Uma coisa vale destacar é a dificuldade do jogo, alguns quebra-cabeças são bem complexos (MUITO!!), sendo necessário ficar um bom tempo pensando como resolver. Porém mesmo assim a diversão não é afetada. Jogão!!”

Plants vs Zombie

O Segundo desta lista é, o divertido e inusitado, Plants vs Zombies. Isso mesmo, plantas vs zumbis. Baseado no melhor estilo conhecido como Tower Defense, o jogador controla um exército de variadas espécies de plantas, que tem como objetivo, proteger a casa de seus donos contra o poderoso ataque de diversos zumbis. Com gráficos e desenhos bem feitos e engraçados, alta diversidade tanto de plantas quanto de “mortos vivos” (que vai desde zumbis mergulhadores até o o zumbi do astro do pop Michel Jackson – uma alusão ao clip Thriller). Desenvolvido pela produtora Popcap, o game recebeu críticas altamente positivas o que o fez figurar entre os jogos mais originais/criativos/inusitados lançados ultimamente.

Opinião do Snake in The Box: “Muito viciante, é um daqueles jogos que você pensa:Assim que terminar essa fase eu paro!! Daí outra se inicia e você repete: Só mais essa!! E por aí vai! Perfeito pra passar o tempo! Jogo leve e divertido, o notebook agradece!”


Braid

Por último e talvez um dos mais aclamados jogos de 2009, Braid. Tudo em Braid é diferenciado e, digamos assim… incomum. O game foi desenvolvido de forma independente por Jonathan Blow e lançado em 2008 para Xbox 360, mas foi com seu lançamento para PC e PS3 em 2009 que sua fama foi alcançada. Com uma história simples (basicamente o “mocinho” tem que salvar a princesa das garras de um mostro. “Bem Super Mario mesmo!”) mas com ótimos desenhos e gráficos e principalmente uma jogabilidade bem inovadora, possibilitando o jogador voltar no tempo para resolver os quebra-cabeças do jogo. Com todas essas qualidades não é a toa que Braid entrou na listas de melhores jogos do ano em várias categorias, o que é um feito e tanto para um jogo independente e que não recebeu oceanos de dinheiro em seu desenvolvimento.


Opinião do Snake in The Box:
“Bem estilo Machinarium, porém mais dinâmico por não ser point and click. Os quebra cabeças são muito inteligentes, e a volta no tempo durante as fases são fantásticas. Incrível como uma idéia tão simples, pode ser tão boa. Braid vai ficar na história!!”

UPDATE: Essa dica chega voando via twitter por @JoaoCP, que lembra que o jogo estará com 50% de desconto na PSN até dia 27 de janeiro. Mais alguma desculpa pra não jogar Braid??

Então esses são as 3 dicas de puzzles-games da equipe Snake in the Box, para quem gosta do gênero. Muitas pessoas já os conhecem, mas para os que nunca ouviram falar, vale a pena dar uma conferida e se preparar para perder algums horas do dia nesses “joguinhos” viciantes.

Dreamcast: De Fantástico à Fiasco!

Posted On Janeiro 11, 2010

Filed under Baú de Games, Mix

Comments Dropped leave a response

O ano era 1999, em meio aos boatos que um novo Playstation estaria em desenvolvimento, a Sega lança o seu console, o Dreamcast, na tentativa de desbancar o velho Playstation e o Nintendo 64. Considerado o video-game mais moderno e completo da época, o Dreamcast trazia jogos com gráficos fantásticos e de jogabilidade, até então, inédita. Sendo assim, como já se era esperado, sucesso de vendas no mundo todo. Em países como Japão e Estados Unidos, as lojas esgotavam o produto em questão de horas, batendo recordes de vendas.

“Analisando esses fatores, como é possível explicar o fim tão precoce do Dreamcast?”

O Console contava com um modem que permitia acesso à internet, além de possibilitar a realização de algumas partidas online. Ou seja, simplesmente fantástico!! Além disso, o console possui um design moderno, e tinha outras inovações como seu “memory-card” (chamado VMU), onde há um visor que interge com o jogador. Possui um sitema de som fantástico, que por ser desenvolvido pela Yamaha, ganhou notabilidade. Possuia Gráficos fabulosos, e jogos que eram revolucionários para o ano. E falando nos jogos, olha só a lista“modesta” de alguns deles:


“Sendo assim, volta-se a pergunta… Por que um final tão triste pra esse console… Fantástico???”

O principal fator que explicaria esse motivo seria o fato que, após 15 meses a Sony lançou um video-game que se tornou um “pouco famoso”, um tal de Playstation 2, que mesmo apesar das duras críticas após seu lançamento, conseguiu corrigir seus problemas e suas vendas começaram a ganhar força. Sendo assim, o console mais famoso de todos os tempos (PS2), com seu processador mais potente e um novo tipo de mídia (o DVD), simplesmente “engoliu” o representante da Sega. Outros fatores contribuiram para seu fim, como o investimento da própria Sega para criação de jogos para outros consoles, deixando de ter investimento voltado exclusivamente para o Dreamcast, e a queda de vendas somada ao prejuízos de anos seguidos.

Hoje em dia o Dreamcast é menos valoriazdo do que deveria. Não há tanta informação a seu respeito, jogos incríveis não são mais lembrados, e a chance da Sega retornar com uma nova edição do console é nula. Pra quem não conhece, há muito material bom que pode ser encontrado no Dreamcast, e fica à torcida pra que alguns de seus incíveis “clássicos” voltem à ativa, mesmo que não sejam jogados com nesse “Maravilhoso- Fiasco”.

Armamento dos Games – Light Gun

Posted On Dezembro 23, 2009

Filed under Baú de Games, Mix

Comments Dropped leave a response

Um tipo de game que continua fazendo sucesso até hoje é o chamado “First Person Rail Shooter”, ou o famoso “jogo que fica só a mira na tela”. Vários são os jogos que continuam fazendo sucesso, sendo lançados títulos de tempos em tempos, como a fantástica série Time Crisis (“Devia ser proibido de tão viciante que é! hehehe!”).


E você? Já comprou alguma daquelas armas pra jogar em casa? Tinha algum controle-pistola ou uma bazooka em casa? Vamos lembrar as “arminhas” que fizeram sucesso nos games, várias coisas são do tempo em que as guitarrinhas de Guitar Hero ainda era motivo de chacota!! (“Sim, já reclamei muito de Guitar Hero, quando conheci… viciei!!”).

GameGun: Lançado em 1994 para o console 3DO da Panasonic, chama atenção pela grande quantidade de plástico utilizado e pela cor um tanto vibrante. Mas pelo menos dava pra jogar O Demolidor, o filme que tem Stallone vs Wesley Snipes… Se isso for uma boa coisa, né?!

Demolition Man, 3DO
XG-1: Em 1987, é lançado para o Atari 2600 e Atari 7800, esse “phaser” estilo Star Trek. Apesar de ser inovadora pros padõres da época, os games não são lá grandes desafios.

Sentinel, Atari 2600

Nes Zapper: Uma das mais legais light guns lançadas, era encontrada na cor laranja ou cinza. Lançada em 1985, foi usada primeiramente no jogo Wild Gunman, um clássico do nintendinho.

Wild Gunman, Nes
Super Scope: Essa era a “poderosa”, pistolinha era coisa do passado, era necessário uma arma com poder de fogo maior. Que tal uma Bazooka?? Lançado na década de 90, a bazooka do super nintendo chegou a fazer um certo sucesso no Brasil, porém não caiu no gosto popular.


Bazooka Blitzkrieg, SNES

Wii Zaper: A Nintendo não poderia deixar de ter sua versão atualizada da Zaper, então a Wii Zaper foi desenvolvida. Pra quem pensa que o Wii é um console bonitinho, quase exclusivo pra meninas, se engana com esse poder de fogo (“Hehehehe, OU NÃO!”).

Resident Evil – The Darkside Chronicles, Nintendo Wii

GunCon: Como falta o representante da Sony, o Playstation também tem seu armamento. Lançado em várias versões para PS1, Ps2 e PS3, a GunCon é um modelo bem futurístico de light gun, lembrando a SOCOM dos jogos da série Metal Gear.

Time Crisis 4, Playstation 3

Até que no geral as “arminhas de plástico” estiveram bem representadas nos games, algumas pecaram com a jogabilidade e nos jogos produzidos para estas, porém nada que o tempo e a evolução tecnológica não resolva. Quem sabe vem mais poderio de fogo por ai!!!


Update: ADD Twitter do Snake in The Box, e saiba novidades do blog, novos posts, e muito mais!!!

Mario Paint: Photoshop que se cuide!!

Posted On Dezembro 19, 2009

Filed under Baú de Games, Nostalgia

Comments Dropped leave a response

Aproveitando a série “Já Foi Feito!” e o post do Borabora Cambeque sobre plágios, que tal conhecer de onde foi originado o Paint do Windows??? Brincadeira! Mas em 1992 foi lançado Mario Paint, o jogo que é basicamente o Microsoft Paint do encanador bigodudo. Apesar de um tanto “inútil”, me recordo de ter ficado nas nuvens quando ganhei meu jogo, pois além da fita de Snes, o kit Mario Paint ainda vinha numa a caixa contendo um livrinho de instruções, um mousepad de plástico cinza e um mouse da nintendo (“Que sem dúvida poderia ser lançado como mouse normal“).

O jogo já começa com interatividade à mil, na tela inicial é possível brincar com todas as letras do título MARIO PAINT, sendo que cada letra gera uma ação, como por exemplo o M, que diminui o tamanho de Mario, o A que chama o Yoshi para a tela, e o I que deixa toda tela balançando assim como a música. E pra terminar, pra iniciar o jogo é preciso clicar em Mario que não para um momento de se mexer na tela, saltando, abaixando, indo e voltando.

Daí então é basicamente tudo o Paint. Você pode desenhar com canetas, sprays, usar carimbos, mudar cores, ou seja, libere seu lado artista e desenhe algo de uma vez!! Vale ressaltar que até apagar o texto é de forma animada, tendo vários efeitos quando se deseja limpar a tela, desde um foguete, até explosões, tornam a tela branca novamente.

Virando o menu, aí aparecem as “evoluções” que o microsoft paint não acompanha. É possível desenhar estampas, criar animações (“Nunca entendi, e até hoje não consigo fazer uma decente”), assim como textos e até mesmo jogar um mini-game conhecido como Gnat Attack, onde o objetivo é matar moscas para avançar de fase (“É tão viciante que até meu avô ficava horas assistindo a criançada jogar!!”).

Porém a maior inovação que o jogo trouxe, que até hoje é utilizado, é o compositor de músicas do Mario Paint. Em uma escala é possível “colar” notas que são representadas por uma figura, como o rosto de Mario, um porco, um avião, e criar então composições próprias. Ficou famoso na net os programas que simulam essa criação de Mario Paint, várias músicas famosas foram transformadas de acordo com o jogo.

Mario Paint é aquele jogo que levanta discussão, uns acham totalmente idiota, porém quem teve a oportunidade de ter o jogo, com certeza lembra com muita alegria as tardes perdidas se divertindo em seu “primeiro pc” e criando verdadeiras obras de arte.

Green Day: Rock Band – EMO x PUNK…. EMO Wins!

Posted On Dezembro 16, 2009

Filed under Baú de Games

Comments Dropped leave a response

Após o jogo Rock Band dos Beatles, o próximo game da franquia já está encaminhado… Rock Band: Green Day…. Pros fãs (“se é que ainda restou algum”) da banda californiana, fica a esperança de um retorno ao bons tempos…

Green Day: Rock Band

Esse???


Ou esse???



“Respondido!!!”

Página seguinte »